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Page history last edited by Maria Verônica Oliveira da Silva 14 years, 10 months ago

 

Inclusão

 

 

MINHA EXPERIÊNCIA COM INCLUSÃO

 

Trabalho em duas escolas, uma da rede municipal e a outra particular, ambas a mais de 25 anos. Na municipal tenho uma turma do 4º ano e na particular uma turma do 3º ano.

Durante a minha caminhada docente, tive a oportunidade de trabalhar com aluna especial, caderante.

No primeiro momento fiquei chocada, nervosa e cheguei a cogitar a troca de turma. Porém por insistência da minha orientadora resolvi encarar o desafio.

Hoje agradeço a ela, por confiar no meu trabalho, pois aprendi muito com essa aluna.

Desde o primeiro dia de aula já enfrentamos, muitos obstáculos pois a menina era conduzida pelo pai, pois a prefeitura não tinha transporte adequado para fazer o translado da menina. Além disso, a escola não era preparada com rampas, banheiros e outras dependências para acolher um caderante. Na sala de aula os colegas acolheram muito bem a menina, até mesmo porque a mesma era muito alegre e comunicativa.

Nos trabalhos em grupo ou rodas de conversa como hora do conto, todos queria ajudar a menina, pois a mesma não queria ficar sentada na cadeira de rodas, ela pedia para passar para cadeira comum e com o meu auxilio ela sentava no chão junto com os outros colegas. No início sentia medo, depois fomos nos adaptando e ficavam cada dia melhor a nossa convivência. Tanto que na educação física ela participava das brincadeiras com bola e competições, nunca ficou excluída de nenhuma atividade  que preparava para a turma.

Tanto o corpo docente como os alunos e os pais acolheram muito bem essa aluna.

Com o passar do tempo, conseguimos transporte adequado junto com a Sogil para levar e trazer a menina até a escola. A prefeitura fez rampas, adaptou banheiros, e outras dependências tudo em prol da nossa aluna.

Eu que no início estava com medo de trabalhar com uma menina especial, aprendi muito e percebi o quanto sou capaz de lidar e enfrentar essas situações. 

 

 

 

 

UNIDADE 2

 

POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E O PROJETO

 

POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Inclusão Escolar

 

Trabalho na  Escola Ivete Serafini está situada na zona urbana do Município de Gravataí, ela atende  303 alunos da pré-escola ao 9ªdo ensino fundamental de nove anos. Possui  27 professores, conta com o serviço de orientação e supervisão e 5 funcionários para os serviços gerais.

Fazendo um estudo sobre a inclusão na nossa escola, descobrimos que a primeira aluna dita com “necessidades especiais” foi uma cadeirante que iniciou  na pré-escola inclusive foi minha aluna na 3ª série. Na época foi muito marcante para todos, pois a escola não contemplava espaço de acessibilidade a qual dificultava a estudante.

Hoje tenho o entendimento que além desta aluna com laudo, sempre tivemos alunos com necessidades educacionais especiais, a maioria destes sem laudo como, por exemplo: os hiperativos, baixa visão, condutas típicas, etc.Observamos que a cada ano recebemos mais alunos nestas condições e que temos que dar conta desta demanda.

Neste ano, temos 15 alunos inclusos distribuídos em dois turnos, alguns com laudos outros não. O aluno da 1ª série com hidrocefalia esta numa turma que possui uma monitora que auxilia a professora na sala de aula.

Nas demais turmas, nenhuma conta com redução com número de alunos e na sua grande maioria 55% não estão tendo atendimento regularmente, pois os responsáveis não aceitam o tratamento, outros não dão retorno para a escola sobre o mesmo e alguns alunos estão iniciando o tratamento, sendo que uns não dão continuidade ao tratamento.

 

 

Série

 

 

 

 

Número de alunos

 

 

Turno

 

 

Deficiência

 

 

Laudo

 

 

 

 

02

 

 

tarde

 

 

Hidrocefalia

Hiperatividade

 

 

 

 

Sim

Sim

 

 

 

 

01

 

 

 

 

tarde

 

 

Síndrome genética

 

 

 

 

sim

 

 

 

 

06

 

 

tarde

 

 

Síndrome genética

Dislexia

Outras síndromes

 

 

Sim

Não

Não

 

 

 

 

 

 

02

 

 

tarde

 

 

Outras síndromes

Dislexia

 

 

 

 

Sim

 

 

 

 

04

 

 

manhã

 

 

Baixa visão

Déficit de atenção

Condutas típicas

 

 

 

 

Sim

Não

Sim

Unidade 3

 

  Serviços de Atendimento Educacional Especializado do Município de Gravataí

 

 

 

Secretaria Municipal de Educação - Gravataí

 Atendimento a Rede Municipal de Ensino

Público Alvo: Crianças e adolescentes

Especialidades atendidas: Neurologia, fonoaudióloga e oftalmologia.

Neurologia- A escola deve entrar em contato com o serviço social e agendar atendimento informando dados sobre o educando e informar motivo do encaminhamento.

Fonoaudióloga:A escola deve encaminhar o aluno para a triagem para o mesmo realizar uma avaliação.

Oftalmologia: A escola deverá fazer um teste de acuidade visual e encaminhar a ficha de encaminhamento para o serviço social.

 

 CAEPSY – Centro de Atendimento e Estudos em Psicologia

Trabalha com atendimento psicológico de compreensão psicanalítica, oferecendo serviços de psicoterapia individual, grupal, para casal e família.

Psiquiatria– Trabalha com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais, sejam elas de cunho orgânico e funcional.

Psicopedagogia– Tem como foco o trabalho com as dificuldades de aprendizagem, atendimento a crianças e adolescentes.

Fonoaudiólogo– A terapia fonoaudiólogica trabalha as dificuldades no desenvolvimento da linguagem, de fala e da voz.

Inclusão de Pessoas com deficiência– O CAEPSY participa de todo o processo de inclusão, desenvolvendo um programa específico de preparação da equipe para receber e conviver com os novos colegas.

 

CEACAF - Centro de Atenção a Criança, Adolescente e Família.

População Alvo: Crianças, adolescentes e família.

 Especialidades atendidas: Psicologia, psiquiatria, psicopedagogia, serviço social, neurologia, hebiatra e terapia de família.

 

CAIS MENTAL

Público Alvo: Adulto

Especialidades atendidas: Psiquiatria, psicologia e assistente social.

 

Central de Especialidades

Público Alvo - Crianças, adolescentes e família.

Especialidades: Cardiologista, Neurologista, Ortopedista, Dermatologista, urologista, pneumologista infantil e eletro cardiograma.

 

CEDUGRA – Centro de Educação de Gravataí

Público Alvo: Criança e adolescente

Especialidades: Psicologia e Psicopedagogia

 

 CEAC – Centro de Ações Coletivas

Tipos de projetos e programas oferecidos:

 Programa DST – AIDS

 Atendimento Infectológico

 Consultas, coletas de exames.

 Atendimento psicológico

 Atendimento social

 

 Centro de Atendimento Psicossocial em álcool e drogas.

Público Alvo – Adulto

Especialidades atendidas: Psiquiatria, psicologia e assistente social.

 

Centro de Saúde dos Trabalhadores

Grupo Operacional – Atendimento dentro da área operacional e auxílio as unidades básicas das especialidades de traumatologia, otorrinolaringologia e fonoaudiólogo.

 

 

      Estudo de Caso

 

 

           A escola onde esta sendo realizado o trabalho com a criança é uma escola municipal.

           Atende do primeiro ano até a oitava série de ensino fundamental. Sendo que a aluna freqüenta a  4ª série.

          A aluna apresenta um bom comportamento em aula. Conversa com apenas uma colega, com quem tem mais afinidade. Não há entrosamento entre ela e seus colegas, por mais que as outras crianças procurem se aproximar ela não aceita. Não participa das aulas, nem mesmo responde a chamada. Na hora do recreio fica isolada. O mesmo acontece nas aulas de educação física. É extremamente apática.

        A principal queixa dos professores é de que a aluna não consegue acompanhar a turma. Possui dificuldades em compreender os conteúdos, mesmo quando há um atendimento individualizado. Percebe-se que há um traçado da letra perfeito, conhece as letras, lê com pouca fluência sem compreensão do que leu. Realiza cópias sem entendimento do que realizou. Em matemática reconhece os números. Porém, quando aumenta as dificuldades ela não consegue aprender.

        A   mesma é  uma aluna inclusiva na série , pois já está com 15 anos e vem repetindo as séries anteriores. Nos anos de 2002/03/04 a menina repetiu a primeira série, 2005/06 ela repetiu a segunda série, 2007/08 repetiu a terceira série, sendo que em 2009 ela esta na quarta série, porém com um olhar diferenciado dos professores.

        Mesmo com empenho dos professores e colegas não há avanços em sua aprendizagem.

        Fui professora da aluna no ano de 2007 e 2008, na terceira série. Ao ler os relatos das psicólogas comecei a ter um olhar diferenciado com ela, iniciei modificando as atividades,trabalhava sempre com atividades da série anterior, não obtive muitos avanços, pois ela só balançava a cabeça quando questionava a atividade sempre negativa,não sabia fazer.

       Em  conselho de classe decidimos avançá-la para a 4ª série, porém não estamos  confiantes nesse avanço, pois cada dia que passa a aluna demonstra-se mais apática.

       Nos pareceres dos psicólogos, foi diagnosticado que seria necessário um estudo mais aprofundado com toda a  família, sendo que os mesmos afirmam que o caso é genético e necessita de um aprofundamento na genética da família, isso é inviável, pois é extremamente caro e a família não dispõe de recursos para tal. Atualmente ela está sem acompanhamento médico e psicológico.

 

 

             Estudo de Caso

 

 

Nome da aluna: F. C. R.

 

 

Data de Nascimento: 28.03.94

 

 

Idades: 15 anos

 

 

Escolaridade: 4ª série do Ensino Fundamental

 

 

         O estudo de caso  o qual estou pesquisando,refere-se a aluna F. Segundo o laudo nos enviado em 2007,  a avaliação neurológica da menina apresentou atraso no desenvolvimento  neuropsicomotor sem diagnóstico  etiológico. Realizou exames: eletroencefalograma (2007), tomografia (2005), audiometria (2005), que foram normais. Também com trocas na fala e dificuldades cognitivas. A mesma segundo o laudo faz uso de Ritalina para déficit de atenção. Em aguardo  avaliação genética.

       Todos as informações obtidas para este estudo de caso, foram informados para a família, bem  como a autorização do uso das mesmas.   

      

        Fui  em busca de  novas informações e descobri que a mãe da menina teve uma gestação normal,bem como o parto foi normal. A menina mamou até os cinco meses de idade, não chupava bico, pois não gostava,engatinhou aos seis meses,caminhou com dois anos e meio,foi falar somente aos quatro anos de idade.

        Ela é a filha do meio,sendo que sua irmã mais velha tem 18 anos e o caçula 4 anos.

        Segundo relato da própria aluna ela brinca de boneca e de casinha,mas sozinha.

        Possui um relacionamento muito bom com toda a família, a todo o momento reafirma para os pais que os ama muito,e possui o mesmo comportamento em casa e na escola.  

 

 

 

 

Dislexia é uma específica dificuldade de aprendizado da Linguagem: em Leitura, Soletração, Escrita, em Linguagem Expressiva ou Receptiva, em Razão e Cálculo Matemáticos, como na Linguagem Corporal e Social. Não tem como causa falta de interesse, de motivação, de esforço ou de vontade, como nada tem a ver com acuidade visual ou auditiva como causa primária. Dificuldades no aprendizado da leitura, em diferentes graus, é característica evidenciada em cerca de 80% dos disléxicos.

Dislexia, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente, muitas vezes arguta e até genial, mas que aprende de maneira diferente...

 

 

História Pregressa e atual da aluna       

 

 

 

a)  A aluna cursou a 1ª série em Sapucaia do Sul. Veio para a E.M.E.F Ivete Serafini, no final do ano de 2003. É repetente por três vezes na 1ª série, na 2ª série (2005 e 2006), 3ª série (2007 e 2008) e atualmente se encontra na 4ªsérie.

 

b) A aluna chegou à escola com dificuldades na fala (expressão oral), tinha encaminhamentos em Sapucaia com fonoaudióloga e neurologista.

      Suas dificuldades eram em pronunciar muitas letras como:

    * panela - pronuncia panena

    * bolsa - pronuncia bosa

    * avião - pronuncia vião

 

  c) A aluna se expressa usando a linguagem dislálica com omissão e por vezes com alteração de fonemas infantilizados. Os encontros consonantais não são pronunciados.

 

           d) Apresenta frases soltas sem sentido, que acabem prejudicando a compreensão de sua linguagem e expressão.

 

 e) Apresenta dificuldades de equilíbrio e coordenação. Seu nível de atenção é baixo mantendo-se por um curto período de tempo conectada.

 

  f) A aluna mostra-se imatura, apresentando defasagens significativas em vários aspectos do desenvolvimento em relação a sua idade cronológica.

 

 g) No nível sócio-afetivo, a menina é meiga, dócil e carinhosa, mas insegura e isolada.

 

 h) A partir  de 2003, foi solicitada a mãe que buscasse atendimento fonoaudiológico, oftalmológico, neuro -pediátrico e que permanecesse com o trabalho psicopedagógico.

 

   i) Em 2004, a aluna F. apresentou um progresso na leitura e escrita. Sua aprendizagem é lenta. Demonstra apatia, falta de prontidão e autonomia para iniciar e realizar tarefas, ou outras atividades.

 

    j) Quanto à leitura, lê e escreve palavras simples, dentro do contexto já estudado. Continua apresentando sérios problemas de fala e isto resulta também em dificuldades na sua expressão oral.

 

 l) Constantemente, está desconcentrada, distraísse por qualquer estímulo exterior.

 

 

 m) Quanto ao seu relacionamento com o grupo, ela é indiferente, não se entrosa normalmente se mantém no lugar, não interage nem mesmo nas atividades recreativas, esperando sempre que a professora interceda por ela. (sem iniciativa).

 

n) Segundo o pediatra Dr. Valdomiro a aluna apresenta dislalia, e a encaminhou para um neurologista e fonoaudiológico.

 

o) Em 2005 o neurologista Dr.Rogério (CEACAF) diagnosticou distúrbio fonético e a encaminhou para a fonoaudiológico.

 

 

 p) Em 30/06/05 a mãe compareceu na escola para comunicar sobre o tratamento da aluna. Ela havia feito o exame eletro encefalograma que não apresentou alterações. Mas segundo relato da mãe o médico informou que F. teria um atraso mental de (+ - 2 anos), mas que nos exames nunca iria aparecer. A partir desta data a mesma iria começar com medicação  denominada ritalina.

 

 q) Durante 2005, a aluna F. passou ainda por vários exames como: EEG – digital e mapeamento do cérebro, onde mostrou alterações com leve excesso de ondas lentas para faixa etária.

 

 

    r) Realizou tomografia computadorizada, onde nada foi constatado.

Audiometria = normal.

  Por fim uma Avaliação genética (geneticista).

 

 

 s) Em 2006, a aluna continua bastante lenta, desconcentra-se por qualquer motivo. Persistem sérios problemas de fala (troca de fonemas B por P), raciocínio muito lento. Avançando assim muito pouco na escrita e na leitura.

 

  

 t) Em 2007, continua em tratamento com a fonoaudióloga.  Continua com raciocínio lento, persistem problemas de fala, só realiza operações de adição, subtração e multiplicação com material concreto e com operações simples. Apresenta uma boa escrita.

 

 

u) Segundo o laudo, também em 2007  a aluna realizou a avaliação neurologica. Apresentou atraso no desenvolvimento  neuropsicomotor sem diagnóstico  etiológico. Realizou exames: eletroencefalograma(2007), tomografia(2005), audiometria(2005), que foram normais. Também com trocas na fala e dificuldades cognitivas.

 

 

v) A mesma segundo o laudo faz uso de Ritalina para déficit de atenção. Em aguardo avaliação genética.

 

 

x) Em 2008 a aluna F.C.R realizou avaliação genética sendo que todos os exames realizados não demonstraram nenhuma alteração e no exame físico não há alteração sugestiva de uma sindrome genética. Conforme a história familiar a uma possibilidade de se tratar de uma patologia multi fatorial. ( Laudo do Hospital da Criança Santo Antonio).

 

    

  y) A partir de 2008, a aluna F. também começou a freqüentar uma Sala de Recursos na E.M.E. F José Linck, onde a mesma gosta de ir, gosta de copiar coisas do quadro e gosta de brincar com jogos de memória.  Neste ano a aluna ganhou uma bicicleta, mas ainda não aprendeu a andar sem o auxilio das rodinhas. Ainda não escolhe suas roupas, a mãe é quem compra e escolhe na hora de vestir. 

 

    z) Conforme o relato da mãe, a aluna é uma criança muita afetiva, calma e tranqüila. Na família tem um ótimo relacionamento, com o pai é bastante apegada, com a mãe é um grude e gosta muito de brincar com os irmãos. Segundo a mãe, a aluna tem acompanhamento de profissionais especializados devido ao convênio que o pai possui na empresa na qual trabalha.

 

 

 

 Trabalho prático em sala de aula:

 

            A aluna está sendo atendida pelo PDA (Plano Didático de Apoio) onde é feito na sala de aula com atividades diferenciadas e uma atenção maior, e também pelo LA (Laboratório de Aprendizagem) onde o mesmo tem um reforço das atividades em turno inverso; na escola.

 

 

 

Comments (3)

fernanda.pead@... said

at 5:58 pm on Apr 20, 2009

Oi Verônica!
Aceitaste o desafio e construíste uma bela caminhada em inclusão. O que contribuiu para o sucesso no processo de inclusão presente em seu relato? Para dar seguimento ao dossiê, sugiro conferir as orientações da unidade dois. No seu wiki pessoal, poderias criar um link no sidebar para o novo pbwiki.
Abraços e bom trabalho!
Fernanda.

fernanda.pead@... said

at 10:33 pm on May 19, 2009

Boa noite, Verônica!
Sugiro pesquisares se a dislexia é, ou não, uma deficiência. Podes articular as leituras realizadas da unidade dois com as diferentes deficiências que apresentas no quadro, inclusive refletindo sobre a idéia de deficiência. É importante referires a fonte das informações sobre os serviços especializados e acrescentares uma reflexão sobre estes. Sobre o estudo de caso, podes criar um nome para a aluna. Falas que ela é multirepetente, e o que dizem os pareceres dos psicólogos?
Abraço,
Fernanda

fernanda.pead@... said

at 9:22 pm on Jun 18, 2009

Olá, Maria Verônica!
Seu dossiê está bem encaminhado. Faço algumas sugestões. Para facilitar a leitura e compreensão, desde o início , de seu estudo de caso, poderias apresentar já na identificação o diagnóstico da aluna. Não compreendi por que, antes da história da aluna, falas em dislexia. Todos os dados da história pregressa da aluna foram obtidos no laudo da avaliação realizada no Hospital da Criança Santo Antônio? Seria importante informar e acrescentar que tens autorização para utilizar os dados. No item h, escreves: “A partir desta data” sem ter mencionado uma data anteriormente e acrescentas que a aluna deve seguir o acompanhamento psicopedagógico (quando iniciou?). Depois no item s, sugiro que torne claro ao leitor o que queres dizer ao escrever que “a aluna continua lenta”, qualificando suas ações (apresenta lentidão no desenvolvimento das atividades e/ou raciocínio lento). Para dar seguimento ao dossiê, podes aprofundar alguns dados da relação da aluna com a família, como é seu relacionamento na escola e como a escola vem trabalhando a inclusão.
Um abraço,
Fernanda

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