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dossiedafarida

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  INCLUSÃO

 

"Incluir significa promover e reconhecer o potencial inerente a

 

todo ser humano em sua maior expressão: a diferença". 

 

                                                                                         Rocicler Netto

 

 

 

Vivências

 

      Em 2008, tive um desafio que considero o de maior superação da minha carreira. Muito se fala e inclusão, mas pouco se faz. Tive esta  experiência com um aluno surdo, ele usa um aparelho, mesmo assim, tem apenas vinte por cento de audição e compreende melhor através da leitura labial. Ele veio de uma escola também regular, porém de outro município, e a família fez questão que ele freqüente uma escola “normal”

      A mãe desabafou comigo; “descobri que a maioria das escolas recusa-se a receber crianças que não se encaixam no seu critério de normalidade”. E eu pude constatar isso também na minha escola, pois apesar da maioria dos colegas defenderem a inclusão no discurso, a prática não é bem assim.

     Realmente não é fácil, vivemos numa cultura preconceituosa, observei até por parte dos alunos na aceitação do colega, que num primeiro momento, ficaram curiosos, depois o isolaram e alguns, sentiram piedade. Não foi muito simples a adaptação, tanto da minha parte docente, quanto a do aluno.

     Precisei vencer muitas barreiras, pois apesar de toda a experiência de 24 anos de sala de aula, nunca havia me deparado com uma situação desta. Acredito que nada acontece por acaso na vida, pois coincidentemente tenho uma sobrinha que tem a mesma necessidade especial e apesar de não conviver muito com ela, isso me ajudou bastante nos primeiros contatos que tive com o aluno.

      Infelizmente a nossa formação profissional não nos qualifica para atender praticamente nenhum tipo de inclusão, e também não dispomos de profissionais nas escolas para nos dar esse apoio.

     A educação requer a criação de um novo currículo que promova adaptações envolvendo objetivos, conteúdos, procedimentos didático-metodológicos e de avaliações que venham garantir a escola inclusiva, propiciando o avanço no processo de aprendizagem dos educados.

     Para construir o conhecimento e a aprendizagem, é necessário que haja interação como outro, considerando a realidade que o rodeia, valorizando seu conhecimento prévio em busca de informações significativas e mais dinamizadas.

     Atualmente, debate-se sobre uma proposta de educação escolar inclusiva, que se define por uma educação escolar, na mesma sala de aula, para todos os alunos, independentemente das diferenças que possam apresentar.

      Os estudos indicam que a educação escolar inclusiva em Educação Infantil e Séries Iniciais são possíveis, porém num ambiente racionalmente estruturado que se considera pré-requisito para uma inclusão que quer ter sucesso.

     Penso que a educação escolar inclusiva não pode ser pensada somente na colocação do aluno na sala de aula, mas se preocupar com que todos os alunos se envolvam entre si e com o professor. “A escola inclusiva deve ser a solução para as pessoas com necessidades educativas especiais, uma vez que a escola é a responsável por formar o cidadão “e a ele deve ser dada a oportunidade de obter e manter um nível aceitável de conhecimentos” (Declaração de Salamanca, 1994).

     Portanto a proposta pedagógica precisa buscar alternativas que possibilitem preparar estas pessoas para exercer sua cidadania com dignidade, bem como, “sua inserção no mercado de trabalho”.( Art.2º-LDBEN).

     Finalmente, uma educação escolar inclusiva que quer ser positiva deve compreender a interação benéfica entre professores, pais, coordenação e colegas de aula, formando um conjunto preocupado com a educação escolar adequada para todos. Segundo Vygotski (1997), a relação com o outro implica desenvolvimento, sendo possível se dizer que a diversidade em educação escolar inclusiva enriquece, mas se ocorrer ação e relação entre as pessoas.

     Posso afirmar que tanto a turma que trabalho quanto esse aluno que recebi saíram ganhando, pois está sendo uma experiência muito rica para todos, principalmente para mim que faço a mediação entre eles. “A educação deve ser integradora, integrando os estudantes e os professores numa criação e recriação do conhecimento comumente partilhado.

     O conhecimento, atualmente, é produzido longe das salas de aula, por pesquisadores, acadêmicos, escritores de livros didáticos e comissões oficiais de currículo, mas não é criado e recriado pelos estudantes e pelos professores nas salas de aula”. (Freire,1986,p.19).

 

   

 

        Slides - Dislexia     

 

slides-2009-fárida.ppt            

 

 UNIDADE 2: POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 

 

Inclusão Escolar da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ivete Serafini

A Escola Ivete Serafini está localizada na zona urbana do Município de Gravataí, a mesma já existe a 17 anos, atendendo a 303 alunos da pré-escola ao 9ª

do ensino fundamental de nove anos. Conta com 27 professores, serviço de orientação e supervisão e 5 funcionários para os serviços gerais.

Fazendo um estudo sobre a inclusão na nossa escola, descobrimos que a primeira aluna dita com “necessidades especiais” foi uma cadeirante que iniciou-se na pré-escola, a mais ou menos uns dez anos atrás. Na época foi muito marcante para todos, pois a escola não contemplava espaço de acessibilidade a qual dificultava a estudante.

Hoje observamos claramente que além desta aluna com laudo, sempre tivemos alunos com necessidades educacionais especiais, a maioria destes sem laudo como, por exemplo: os hiperativos, baixa visão, condutas típicas, etc.

Observamos que a cada ano recebemos mais alunos nestas condições e que temos que dar conta desta demanda.

Neste ano, temos 15 alunos inclusos distribuídos em dois turnos, alguns com laudos outros não. O aluno da 1ª série com hidrocefalia esta numa turma que possui uma monitora que auxilia a professora na sala de aula.

Nas demais turmas, nenhuma conta com redução com número de alunos e na sua grande maioria 55% não estão tendo atendimento regularmente, pois os responsáveis não aceitam o tratamento, outros não dão retorno para a escola sobre o mesmo e alguns alunos estão iniciando o tratamento, sendo que uns não dão continuidade ao tratamento.

 

 

 

 

 

 

Série

 

 

Número de alunos

Turno

Deficiência

Laudo

 

 

 

 

02

 

 

tarde

 

 

Hidrocefalia

Hiperatividade

 

 

 

 

Sim

Sim

 

 

 

 

01

 

 

 

 

tarde

 

 

Síndrome genética

 

 

 

 

sim

 

 

 

 

06

 

 

tarde

 

 

Síndrome genética

Dislexia

Outras síndromes

 

 

Sim

Não

Não

 

 

 

 

 

 

02

 

 

tarde

 

 

Outras síndromes

Dislexia

 

 

 

 

Sim

 

 

 

 

04

 

 

manhã

 

 

Baixa visão

Déficit de atenção

Condutas típicas

 

 

 

 

Sim

Não

Sim

 

Unidade 3 – Serviços de Atendimento Educacional Especializado

 

   A inclusão de pessoas com necessidades especiais nas escolas comuns da rede regular de ensino coloca novos e grandes desafios para o sistema educacional. Este, talvez, seja um dos temas que mais têm instigado não somente professores, mas também  os pais e a própria sociedade.

   Dentro e fora das escolas vem se verificando um processo de discussão acerca das modificações que devem ser implementadas na escola.

   Dentro do nosso município, temos vários serviços para atender esta demanda.  Através da pesquisa que realizei junto à mantenedora, eis alguns dos serviços prestados à rede municipal de ensino.

 

 

 

Secretaria Municipal de Educação - Gravataí

 Atendimento a Rede Municipal de Ensino

Público Alvo: Crianças e adolescentes

Especialidades atendidas: Neurologia, fonoaudióloga e oftalmologia.

 

Neurologia - A escola deve entrar em contato com o serviço social e agendar atendimento informando dados sobre o educando e informar motivo do encaminhamento.

Fonoaudióloga: A escola deve encaminhar o aluno para a triagem para o mesmo realizar uma avaliação.

Oftalmologia: A escola deverá fazer um teste de acuidade visual e encaminhar a ficha de encaminhamento para o serviço social.

 

 CAEPSY – Centro de Atendimento e Estudos em Psicologia

Trabalha com atendimento psicológico de compreensão psicanalítica, oferecendo serviços de psicoterapia individual, grupal, para casal e família.

 

Psiquiatria – Trabalha com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais, sejam elas de cunho orgânico e funcional.

Psicopedagogia – Tem como foco o trabalho com as dificuldades de aprendizagem, atendimento a crianças e adolescentes.

Fonoaudiólogo – A terapia fonoaudiólogica trabalha as dificuldades no desenvolvimento da linguagem, de fala e da voz.

Inclusão de Pessoas com deficiência – O CAEPSY participa de todo o processo de inclusão, desenvolvendo um programa específico de preparação da equipe para receber e conviver com os novos colegas.

 

CEACAF - Centro de Atenção a Criança, Adolescente e Família.

População Alvo: Crianças, adolescentes e família.

 Especialidades atendidas: Psicologia, psiquiatria, psicopedagogia, serviço social, neurologia, hebiatra e terapia de família.

 

CAIS MENTAL

Público Alvo: Adulto

Especialidades atendidas: Psiquiatria, psicologia e assistente social.

 

 

Central de Especialidades

Público Alvo - Crianças, adolescentes e família.

Especialidades: Cardiologista, Neurologista, Ortopedista, Dermatologista, urologista, pneumologista infantil e eletro cardiograma.

 

 

 

CEDUGRA – Centro de Educação de Gravataí

Público Alvo: Criança e adolescente

Especialidades: Psicologia e Psicopedagogia

 

 

 CEAC – Centro de Ações Coletivas

Tipos de projetos e programas oferecidos:

 Programa DST – AIDS

 Atendimento Infectológico

 Consultas, coletas de exames.

 Atendimento psicológico

 Atendimento social

 

 Centro de Atendimento Psicossocial em álcool e drogas.

Público Alvo – Adulto

Especialidades atendidas: Psiquiatria, psicologia e assistente social.

 

 

Centro de Saúde dos Trabalhadores

Grupo Operacional – Atendimento dentro da área operacional e auxílio as unidades básicas das especialidades de traumatologia, otorrinolaringologia e fonoaudiólogo.

 

 

 

estudocaso_farida.ppt

 

                                                                 ESTUDO  DE  CASO

 

 

Dados de identificação da criança:

 

l      Nome do aluno: C.G.R

 

l      Idade: 12 anos

 

l      Sexo: masculino

 

l      Local de nascimento: Hospital Dom João Becker, Gravataí

 

l      Série que estuda: 4ª série, numa  escola municipal

 

 

 

História pregressa e atual do aluno:

 

 

l      A gestação da mãe foi normal, mas trabalhou durante toda a gravidez de pé. O parto foi normal, mas difícil, nasceu e foi para a incubadora com hiperglicemia.

 

l      O aluno começou a andar com 1 ano e 7 meses e começou a falar com 3 anos;

 

l      A mãe define o aluno como uma criança muita agitada, ansiosa e menti muito. Para dormir é muito inquieto e tem um bom relacionamento com o pai;

 

l      O aluno gosta de andar de bicicleta, escutar música, adora montar e desmontar coisas como: rádio, som , fita, bicicleta, etc;

 

l      O mesmo tem muito medo do escuro e não gosta da noite;

 

l      Segundo a mãe ele é ingênuo. E muitas vezes faz perguntas de uma criança de 2 ou 3 anos;

l      Na sala de aula o aluno parece ignorar o que é proposto, ficando alheio a tudo e a todos e gosta de ficar com o lápis entre os dedos ou roendo as unhas;

 

l      O aluno permaneceu por três anos na 1ª série, e desde então, o mesmo repete cada ano uma série.

 

l      Tem dificuldades de se relacionar com os colegas, preferindo ficar sozinho durante o recreio;

 

l      Apresenta facilidade na leitura e na escrita de palavras (soltas) mesmo as com dificuldades;

l      Tem dificuldades na estruturação de frases e na montagem de textos. Não realiza as atividades que ficam para casa;

 

l      Nas atividades do Laboratório de Aprendizagem, o aluno é bastante disperso com grandes dificuldades de concentração, resultando em sérios problemas de compreensão;

 

 

 

 

Trabalho prático em sala de aula:

 

O aluno está sendo atendido pelo PDA onde é feito na sala de aula com atividades diferenciadas e uma atenção maior, e também pelo LA (laboratório de aprendizagem) onde o mesmo tem um reforço das atividades.

 

 

 

 

Dislexia

 

 

      Dislexia é uma falta de habilidade na linguagem que se reflete na leitura.

         A Dislexia não é causada por uma baixa de inteligência. Na verdade, há uma lacuna inesperada entre a habilidade de aprendizagem e o sucesso escolar. O problema não é comportamental, psicológico, de motivação ou social.

 

 

 

         O Que Fazer?

 

         Mediante uma dificuldade específica de leitura e escrita, deve-se procurar profissionais especializados na área, para que sejam realizadas avaliações pertinentes a um caso de dislexia. Na busca de um diagnóstico preciso e do planejamento para uma intervenção e remediação, um completo diagnóstico diferencial deve ser administrado, considerando a totalidade da síndrome da dislexia.

         É necessário verificar se é uma dislexia propriamente dita, ou se é um atraso no desenvolvimento da leitura decorrente de fatores adversos como uma deficiência sensorial ou atraso cognitivo.

 

 

          Síndrome Genética

 

         Conceito: Síndromes genéticas são distúrbios determinados geneticamente ou condicionados por fatores ambientais, herança genética (familiares) ou erro durante a divisão celular quando o feto ainda está em formação, dando origem à graves manifestações clínicas tais como mal formações congênitas,  retardo mental e do desenvolvimento motor.

 

        Fonte: http://www.coladaweb.com/doencas/sindromes.htm

 

 

 

 

Conclusão:

 

            O aluno ainda não apresenta um diagnóstico definido, pois todo o seu

histórico evidencia apenas investigações, pois  atualmente a família não consegue o atendimento contínuo por motivos particulares e financeiros.

 Através de alguns especialistas está sendo investigada a possibilidade do aluno ser disléxico e / ou síndrome genética.

 

 

 

Parecer Descritivo

 

Escola Municipal de Ensino Fundamental Ivete Serafini

 

Semestre: 2º semestre / 2008

 

Aluno : C.G.R

 

       O aluno C. normalmente parece estar distante de tudo, sendo muito dificil ter sua atenção nas atividades teóricas, parece ignorar o que proposto, ficando alheio a tudo e a todos com o lápis entre os dedos ou roendo as unhas. Mesmo conhecendo seus colegaS há muito tempo apresenta dificuldade de entrosamento preferindo ficar sozinho durante o recreio e cuidando do som, mas se  outra criança toma a frente, ele se retrai.

      Demonstra interesse em alguns momentos, especialmente em atividades práticas: "como funciona?" calculadora, relógio,...

      Apresenta facilidade na leitura e na escrita de palavras soltas mesmo com as dificuldades. Acompanha a copia do quadro, mas não tem autonomia nem entendimento na resolução de tarefas, demonstrando problemas na compreensão. Tem dificuldades na estruturação de frases e na montagem de textos. Não realiza as atividades que ficam para casa.

      No Laboratório de Aprendizagem o aluno C. não é muito diferente da sala de aula. Ele não é atendido individualmente e sim no grupo.

      É bastante disperso, não tem prontidão para iniciar as tarefas, necessita constantemente da interverção da professora.

      Apresenta boa leitura e copia com letra legível mas com grande dificuldades de concentração, que resulta em problemas de compreensão.

      Observa-se que quando pode ele copia dos colegas.

      Diante destas atitudes do aluno, fica difícil saber com mais detalhes como é realmente seu rendimento.

 

 

 

 

 

Comments (5)

fernanda.pead@... said

at 4:26 pm on Apr 20, 2009

Olá Fárida! O relato de sua vivência está bastante envolvente e denota a seriedade e profundidade com que tens tratado a inclusão, com um olhar acurado sobre o contexto: o aluno especial, sua família, colegas e professora. Falas também de quão desafiante tem sido a experiência de ter em sala de aula um aluno especial e destacas a importância da formação profissional. Explicitas também reflexões relacionando-as com algumas leituras. Para a continuidade do dossiê, poderias apresentar dados de uma escola específica (há outros alunos da educação especial? como a escola tem se preparado para trabalhar na perspectiva da educação escolar inclusiva?) e comentar integrando a realidade descrita com as leituras realizadas. Por fim, sugiro que acrescente as referências no final, que linke esse novo pbwiki no sidebar de seu pbwiki pessoal e que deixe claro ao leitor por que estás colocando os slides sobre dislexia. Abraços e bom trabalho! Fernanda.

fernanda.pead@... said

at 11:22 pm on May 13, 2009

Oi Fárida! A breve introdução no início da unidade 3 contextualiza o leitor. Ficou muito bom! Sugiro que tenhas a mesma preocupação após a apresentação dos serviços de atendimento, escrevendo um comentário sobre tais serviços. Seria interessante também identificar nestes serviços quais são públicos e quais são privados. O link para os slides sobre dislexia, presente no fim da atividade 1, pode ser agora redirecionado para a atividade 3, do estudo de caso. Logo comentarei seu estudo de caso!
Um abraço,
Fernanda

fernanda.pead@... said

at 7:53 pm on May 14, 2009

Boa noite, Fárida!
Sobre o estudo de caso, relatas a história de um menino multirepetente com um diagnóstico não definido. Para que fique claro desde o início da apresentação de que se trata o seu estudo de caso, poderias relatar, após os dados de identificação, que é um aluno multirepetente e que vais considerar uma hipótese diagnóstica apresentada por especialista. Senti a necessidade de identificares o significado de PDA no texto. Quanto aos dados da história, ocorreram-me alguns questionamentos que podem lhe auxiliar no aprofundamento do estudo de caso, como: quando o professor se aproxima, como o aluno reage? Começa a se concentrar na atividade? Demonstra interesse? Com o auxílio do professor, ele realiza as atividades em sala de aula? Como é sua organização em sala de aula e na realização de tarefas de casa? Será que ele realmente prefere ficar sozinho ou o grupo o exclui? E por fim, quando mencionas que ele “tem dificuldades de se relacionar com os colegas”, seria importante especificar como ele se comporta na relação com os outros e como os outros reagem frente suas atitudes. Em relação à dislexia, é importante que procures informações sobre a dislexia ser, ou não, uma deficiência.
Abraços,
Fernanda

fernanda.pead@... said

at 5:40 pm on Jun 5, 2009

Oi Fárida!
Encontrei dificuldades para abrir o Estudo de caso. Sugiro que o apresente na forma de texto na página do dossiê, ao invés de uma apresentação em powerpoint.
Abraço,
Fernanda

fernanda.pead@... said

at 8:57 pm on Jul 12, 2009

Olá Fárida!
Percebi que você reformulou a apresentação de seu dossiê, inserindo o estudo de caso nesta página inicial. Os dados também estão mais explícitos, especialmente, sobre a hipótese diagnóstica. Entretanto, você poderia ter explorado mais as informações sobre o comportamento na escola, a avaliação, assim como concluir seu estudo de caso, sinalizando suas reflexões sobre esta atividade e os conteúdos debatidos.
Abraços,
Fernanda

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