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Cantinho da Inclusão

Page history last edited by Nara Sarmento 14 years, 9 months ago

                                                                                            

                                           

                              "" INCLUSÃO é o privilégio de conviver com as diferenças."  (Mantoan)                                                                                     

 

 

http://www.inclusao.com.br/index_.htm                               

 

 

 

                                                                                       UNIDADE    (1)   Esta é a minha página de Inclusão!

 

       Conhecendo um pouco sobre mim e meu trabalho.

 

Durante estes trinta anos de sala de aula, já trabalhei com vário alunos com necessidads especiais. Dentre essas necessidades teve surdez leve, paralisia cerebral, deficiência mental leve e outras que não tiveram laudo durante o ano de letivo, portanto não são consideradas. O aluno com surdez leve conseguia se comunicar quando o aparelho de surdez que usava funcionava, pois muitas vezes apresentava problemas e levava algum tempo até ser trocado. A gravidade da sua surdez se deu devido ao fato da vó emprestar a  ele o aparelho dela que também era surda. Ele tinha muita dificuldade na fala, pois a vó que era quem o criava, também tinha a fala comprometida devido a sua surdez.  Conseguiu se alfabetizar, pois além do vínculo afetivo que criamos fui em busca de parceria com os profissionais que o atendiam,de informações referentes ao seu problema para saber como lidar. Fiz uma parceria de acompanhamento junto com a família, cobrava os dias de consulta, os resultados dos exames que fazia, enfim me envolvi com este aluno.  Hoje ele se encontra na quarta-série.

 O aluno com paralisia cerebral tem a coordenação motora comprometida devido a paralisia do lado  direito, seu desempenho não foi muito bom, pois tem outros comprometimentos familiares que deixam seu estado emocional muito abalado, é filho de pai e madrasta soro positivo, usuários de droga. Sofre agressões físicas e verbais de ambas partes, e há um jogo de chantagem muito grande em relação a criança. Ele é uma criança muito esperta, gosta de jogar futebol, não tem noção da sua força e velocidade, machucando muitas vezes os colegas, perde o equilíbrio e cai com facilidade.

 

Durante o semestre fomos brindados com os mais diversos materiais referentes a INCLUSÃO, deficiências e alunos com necessidades especiais como vídeos, textos, fóruns, oficina em minha escola... De certa forma trabalhamos com determinados casos de alunos com dificuldades de aprendizagem que podem estar relacionados a deficiência intelectual e corremos em busca de subsídio para auxiliar no trabalho e atingir esses alunos. E nos assustamos quando se fala em inclusão. Saber trabalhar com esses alunos de forma diferenciada e respeitando o seu tempo e suas limitações é inclusão. Na questão da Inclusão própria mente dita o que mais nos assusta é a enorme carga de responsabilidade que atribuímos à nós mesmos. Somos educadores apaixonados e comprometidos com nosso trabalho e mesmo sabendo que o poder público que é responsável pelo acesso, permanência e sucesso do aluno em classes regulares não cumprem seu papel, mas nós não nos omitimos da nossa parte, e lutamos por nossos alunos buscando parcerias com os pais, colegas,profissionais capacitados e habilitados para oferecer o melhor para eles. Este semestre trouxe um leque de possibilidades que se abriram frente aos nossos olhos e que nos fizeram refletir sobre nossa prática e rever nossa caminhada. Não é fácil trabalhar com inclusão, mas não é impossível como temíamos. Como tudo na vida, é um desafio, somos constantemente instigados a enfrentar esses desafios e que causam dor, angústia, desânimo, mas ai você lembra que gosta do que faz e tenta fazer o melhor. Então brota uma força mágica sabe Deus de onde e vamos nos fortalecendo na certeza de que o pouco avanço adquirido por nossos alunos representa muito e é conquistado com muito trabalho. Então vem a recompensa e a valorização. Este semestre é apenas o início de um assunto que não se esgota, mas que trouxe uma luz no fundo do túnel para clarear nossas ideias. A educação sofre uma desvalorização e um descrédito ao longo do processo histórico, mas nós continuamos firmes e fortes na luta acreditando nela e defendendo sua bandeira.Somos guerreiros. Precisamos acreditar que a educação é o caminho e que terá salvação. Este semestre deixa muitos aportes teóricos para que possamos ler e estudar muito para ampliar nossos conhecimentos. Temos muitos pontos de vista diferentes em relação a inclusão, mas em um ponto somos unânimes ela veio para ficar portanto, cabe nos qualificarmos.  

  

 

 

http://dossieinclusaonarasarmento.pbworks.com/FindPage?RevisionsFor=FrontPage  

 

                          

                                                        

                                                                        UNIDADE  (2)  Conhecendo um pouco minha escola e sua realidade em relação a Inclusão.

 

  Minha escola fica localizada  em Gravataí na rua: Bento Gonçalves 266, na vila caiu do céu no bairro Vila Branca. É uma comunidade muito carente e atende alunos da pré escola à sexta-série, possui 232 alunos distribuidos nos turnos: manhã e tarde. Possui vinte professores entre eles uma supervisora, uma orientadora, diretora, vice, secretária e sete funcionários. A escola existe a 21 anos, e foi uma conquista da comunidade que junto a associação de moradores lutou para sua aquisição. Nossa escola sempre recebeu alunos com necessidades especiais e hoje temos 11 casos com laudo e atendimento especializado, pois como já relatei anteriormente só é considerado casos de Inclusão alunos com laudo de especialista. Temos 2 casos de pralisia cerebral, 1 autista, 1 surdez moderada, 2 deficiência mental leve, 2 com problemas de fala e 3 casos de hiperatividade edéficit de atenção. Nossa realidade não é muito diferente das demais escola da rede, mas dentro das nossas possibilidades procuramos adequar os espaços de acordo com as necessidades que se apresentam.

  Quando tive uma aluna com deficiência física, com dificuldade de locomoção e que utilizava uma motoca de criança para se apoiar, tivemos que serrar uma classe e uma cadeira para adequar a altura dela, tivemos que improvisar uma rampa de acesso na entrada da escola. Nenhum tipo de construção ou adaptação dos espaços foram feitos até hoje pela mantenedora. No final do ano passado recebemos do governo federal uma verba destinada as adequações para acessibilidade. Já recebemos a visita dos técnicos para avaliar as necessidades da escola. Acredito que muito em breve iniciaremos algumas reformas para dar melhor qualidade aos espaços de circulação dos nossos alunos. Uma das crianças que tem paralisia cerebral é cadeirante, e seu acesso ao pátio da escola é limitado, pois ele não possui rampas adequadas à ele, o banheiro também, não tem as portas alargadas para o acesso com a cadeira, não  existem barras de apoio. Somos nós os professores que apoiamos o aluno quando quer se locomover com o andador ou sem ele. Durante o recreio os colegas se revesam empurrando sua cadeira de rodas e não temos nenhum monitor para auxiliar a professora em sala de aula. Cada um de nós vai se virando como pode com seus alunos. No ano de 2007 trabalhei com 4 tipos de necessidades especiais diferente. Uma com problema de fala, um com paralisia cerebral, um com hiperatividade e um com surdez moderada, e nenhum apoio fora da escola. Quando solicitei da secretaria de educação algo que pudesse me ajudar no sentido de poder abrir meus horizontes referente aos casos que recebi e que deveria dar conta de alfabetizar, ouvi o que já sabia de cor: "Não existem fórmulas prontas" e tudo que estas fazendo esta no caminho certo, ou seja, eu já tinha ido em busca de parceria com os especialistas que atendiam eles para entender um pouco sobre a especificidade de cada caso. Participei de cursos de formação e fui em busca de apórtes teóricos sobre cada uma das doenças. Tive que fazer um intensivo de cada caso para aprender a lidar com as crianças, foi um desafio muito grande, mas foi gratificante, pois no final só um não se alfabetizou

 

                                          UNIDADE  (3)  Serviço de atendimento Educacional Especializado no Município de Gravataí.

 

O município conta com apenas duas unidades de ensino com atendimento especializado. Uma delas é a EMES, escola especial para surdos e a outra é a escola CEBOLINHA.

A Escola Municipal Especial para Surdos fica localizada no centro de Gravataí, na rua: Adolfo Inácio Barcelos, 845. Atende 83 alunos com deficiência auditiva nos três turnos, manhã, tarde e vespertino.

A Escola municipal de Educação Especial Cebolinha fica localizada no centro de Gravataí na rua: Antônio Francisco Fonseca, 112. Atende crianças a partir de zero ano e adolescentes com deficiência mental, deficiência física, deficiência auditiva, baixa visão, deficiência múltipla, paralisia cerebral e condutas típicas.

Existe um atendimento múltiplo: Educacional, Clínico Terapêutico, Estimulação Precoce e Educação Especial. O tipo de atendimento oferecido é meio turno.

Os alunos e professores dispõem de serviços de apoio pedagógico como brinquedoteca, laboratório de informática, uma sala de apoio pedagógico especializado e equipe de ação educativa.

A escola também conta com uma equipe multidisciplinar com os seguintes especialistas:

Médico (neurologista e pediatra);

Fisioterapeuta;

Serviço de terapia ocupacional;

Fonoaudiólogo;

Serviço de estimulação precoce;

Neurologista.

O município de Gravataí também dispõe dos serviços abaixo relacionados.

Atendimento especializado para crianças, adolescentes e familiares.

                                   Crianças e adolescentes

Especialidades atendidas: neurologia, fonoaudióloga e oftalmologia.

CEACAF: Centro de Atendimento a Criança, Adolescente e Família,                                                                                                                              

Especialidades atendidas: psicologia, psiquiatria, psicopedagoga, serviço social,neurologia,hebiatra e terapia da família.

CAIS MENTAL: atende adultos

Especialidades: psiquiatria, psicologia e assistente social.

 CEAC: Centro de Ações Coletivas

 Tipos de Projetos e Programas oferecidos:

Programa DSI – AIDS

Atendimento de infectologia

Consultas, coletas de exames

Atendimento psicológico

Atendimento social

CAPS: Centro de Atendimento Psicossocial em álcool e drogas.

Atende adultos

Especialidades atendidas: psiquiatria, psicologia e assistente social.

Central de Especialidades: Atende crianças, adolescentes e família.

Especialidades: cardiologia, neurologista, dermatologista, pneumologista infantil, ortopedista, urologista e eletro cardiograma.

CEDUGRA: Centro de Educação de Gravataí

Atende crianças e adolescentes

Especialidades: psicologia e psicopedagogia

Centro de Saúde dos Trabalhadores: atendimento dentro da área operacional e auxílio às unidades básicas das especialidades de otorrinolaringologia, fonoaudiologia e traumatologia.

CAEPSY: Centro de atendimento e Especialidade em Psicologia.

Oferece atendimento psicológico de compreensão psicanalítica e serviço de psicoterapia, psicopedagogia, fonoaudiologia.                                                                    

 

 

                                                                                         UNIDADE  (4)   ESTUDO DE CASO

 

                 A criança da qual vou fazer o relato é da minha escola, e frequenta o segundo ano do ensino fundamental. O nome usado para me referir a ele e seus familiares é fictício para preservar a sua identidade. 

Nome: Guilherme                Idade: 7 anos           Série: 2 ano             

Turma: 22   Nome da Mãe:  Genecy      Idade: 29 anos           Profissão: do lar

Nome do pai: Alexandre     Idade: 35 anos           Profissão: Pintor

 

História do nascimento: A gravidez foi conturbada com  (deslocamento de placenta). Na hora do parto o bebê nasceu com sofrimento fetal, depois que nasceu ficou internado porque estava com hipoglicemia. Com 11 meses teve o diagnóstico de paralisia cerebral. Seu desenvolvimento neuro-psicomotor: teve problemas para sentar, quanto a coordenação motora  percebe-se algumas dificuldades, caminha só com auxilio do andador, usa cadeiras de roda e  não se locomove sozinho,fala corretamente. É uma criança muito ansiosa, toma antidepressivo e relaxante muscular. Teve atendimento  na AACD até ingressar na escola. Seu sono é tranqüilo, usa fralda durante a noite. Gosta de comer arroz, feijão, polenta e saladas, não gosta de carne de gado, nem de frango.

 

                                                                                                            Inclusão e a família 

 

A mãe falou da  dificuldade em dar os cuidados diários ao filho, o atendimento na AACD e mais as rotinas escolares. 

Ela alega não ter muita paciência com o filho e suas limitações. Fica evidente que a inclusão do mesmo na escola facilita para que a mãe tenha um tempo livre sem o filho, para que  possa descansar.

A mãe acha que pela batalha que tem sido a vida dele, que ele será uma pessoa muito especial, deseja que ele estude e seja alguém. Os pais estão separados e a mãe disse que Guilherme está muito revoltado, pois o pai não tem vindo visitá-lo.

 

                                                                                                               AVALIAÇÃO

    Embora ainda não tenham sido feitas as alterações do currículo para adaptações necessárias aos alunos com necessidades especiais, nossa avaliação é expressa através de parecer descritivo,  o que possibilita um melhor detalhamento dos avanços, progressos e limitações do aluno.

 

                                                                            Parecer da professora referente ao desempenho do aluno: 

  Em relação ao início do ano Guilherme demonstra maior interesse principalmente nas junções silábicas. Devido a sua dificuldade motora apresenta falhas na escrita, mas faz um grande esforço para concluir suas atividades. Demonstra maior facilidade ao trabalhar com números, cores, tamanhos, formas, noção de tempo, nome dos colegas. Ao ouvir histórias infantis costuma concentrar - se, mas não consegue controlar o  riso, dá gargalhadas e fala que está achando  engraçado. Nas músicas e cantigas grita muito ao participar, não tem noção do volume da sua voz. Colabora com a professora nas brincadeiras e em relação aos colegas consegue se relacionar bem com  quase todos. Nas atividades com  pintura prefere o giz de cêra ao lápis de cor por ser mais fácil manusear. Seu crescimento é muito lento, mas tem sido significativo.

 

 

         

 

                                                                                                                                   UNIDADE  (5)    AUTISMO

 

O autismo é uma síndrome que pode ser detectada na criança desde seus primeiros dias de vida. Não existe uma cura para esta doença, porém tratamentos bem elaborados podem melhorar a qualidade de vida, preparando a pessoa para a vida adulta. O diagnóstico nem sempre é identificado, pois características do autista são bastante particulares, necessitando de maior acompanhamento para um diagnóstico preciso. Ainda não existe uma confirmação sobre a origem do distúrbio, embora alguns estudiosos do caso acreditem que esteja associado à complicações do processo da gravidez. Em seu comportamento é visível se portarem como se não precisassem de ninguém, vivendo praticamente num mundo só deles e, quando tirados de sua rotina, demonstram-se completamente frustrados, sendo que dificilmente expressam sentimentos. O maior problema que existe nesta síndrome diz respeito a comunicação. É complicado para um autista estabelecer uma interação social, considerando que na maioria das vezes este indivíduo não interpreta os símbolos do cotidiano. Outra característica muito importante que os autistas possuem é a perfeição, apesar de terem algumas limitações nas tarefas diárias, as que aprendem realizam detalhadamente.

Na escola onde trabalho, temos um aluno autista. Ele está  na quarta série do ensino fundamental de nove anos, ele nasceu no dia 25/02/1996, é o primeiro filho de uma família de três irmãos. onde a  irmã mais moça tem surto psicótico e o irmão do meio não apresenta problemas.  A mãe é uma pessoa muito nervosa e atrapalhada não quer levá-lo a sala de recursos por alegar que lá ele não aprende nada. Na escola ele gosta de jogar peteca e ping - pong, durante o recreio estou lhe ensinando a pular corda. Suas atividades são muito marcadas, ou seja escreve com o lápis muito forte e os pingos da letra i ele faz bolinhas muito redondas e bem grandes. Às vezes ele quebra os copos ou pratos de vidro só para ouvir o barulho e bate palmas e ri muito. Outro dia rasgou todos os cartazes da sala de aula, chutou a cesta de lixo e eu fui muito firme com ele e disse que tinha ficado muito brava, pois o que ele fez estava errado. Pedi para me ajudar a limpar o que sujou e colar os cartazes de volta, então ele repetia: a professora está muito furiosa, o que (.....) fez não se faz.  Até hoje seu comportamento tem se mantdo estável, embora só fique na escola até a hora do recreio, pois depois disso dificilmente ele consegue voltar a calma. Com ele temos que ser firmes, a professora revelou que tinha medo, pois não sabia como lidar e deixava ele fazer o que queria, porque  achava que ele iria agredir  alguém se ela fosse firme com ele.

 

 

 

                                                                                                          UNIDADE    (6)  DEFICIÊNCIA MENTAL

 

Segundo a AAMR (Associação Americana de Deficiência Mental) e DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), por deficiência mental entende-se o estado de redução notável do funcionamento intelectual significativamente inferior à média, associado a limitações pelo menos em dois aspectos do funcionamento adaptativo: comunicação, cuidados pessoais, competências domésticas, habilidades sociais, utilização dos recursos comunitários, autonomia, saúde e segurança, aptidões escolares, lazer e trabalho. A deficiência mental pode ser caracterizada por um quociente de inteligência (QI) inferior a 70, média apresentada pela população, conforme padronizado em testes psicrométricos ou por uma defasagem cognitiva em relação às respostas esperadas para idade e realidade sociocultural, segundo provas, roteiros e escalas, baseados nas teorias psicogenéticas. Todos os aspectos citados anteriormente devem ocorrer durante o desenvolvimento infantil para que um indivíduo seja diagnosticado como sendo portador de deficiência mental. Segundo VERDUGO1.

 

 Na revista nova escola junho/julho de 2009, traz uma reportagem com o título Mente Estimulada, onde diz que o professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los. Também há uma explicação sobre: O que é a DEFICIÊNCIA INTELECTUAL? É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substitui \\\\\\\"Deficiência Mental\\\\\\\" em 2004, por recomendação da ONU, para evitar confusões com \\\\\\\"doença mental\\\\\\\", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo e sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningites e traumas cranianos. Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.

 

 

 Temos na escola escola dois alunos com deficiência mental leve e se enquadram em algumas das características apresentadas pela deficiência. Um está com 15 anos e está na quarta - série e tem  muitas dificuldades de aprendizagem. O outro caso é e uma menina que está com 10anos e está na terceira-série do ensino fundamental de nove anos e também com dificuldades na aprendizagem.

 

 

Comments (11)

Nara Sarmento said

at 8:26 pm on Apr 4, 2009

Agora é só começar!!!

Marinez de Andrade Pinto said

at 10:07 pm on Apr 5, 2009

teste

Daniela said

at 10:48 am on Apr 10, 2009

Bom dia Nara,
Visitei tua página e achei bem interessante o encaminhamento que estás dando a ela. Li teu texto de apresentação aqui no wiki, que é o local combinado para colocarmos as tarefas do dossiê. Achei bem importante teu relato sobre a tua prática com sujeitos com diferentes tipologias. Tenho duas questões que resultaram da leitura que fiz: o que significa dizer que crianças que não tem laudo não são consideradas? A segunda questão diz respeito a colocação de que: 'A gravidade da sua surdez se deu devido ao fato da vó emprestar a ele o aparelho dela que também era surda", você pode desenvolver mais esta afirmação? Acho que em seu texto você traz uma idéia importante sobre a surdez ao informar que a avó do menino também era surda. Sugiro desenvolver mais este assunto. E em relação ao aluno com paralisia cerebral ao mensionar as condições familiares deste aluno você observa que essas relações sãomimportantes e significativas em todos os ambientes e refletem substancialmente no desempenho acadêmico dos alunos. Acho que você tem um rico material para trabalhar. Sugiro que você dê um nome aos sujeitos que relatas.
Uma ótima páscoa!
abçs,
Ddaniela

Nara Sarmento said

at 8:05 pm on Apr 12, 2009

Professora,
Quanto as crianças que não tem laudo não são consideradas, quero dizer que para secretaria de educação do nosso município, só são consideradas crianças com necessidades especiais ou de inclusão quando existe um laudo de especialista diagnosticando a sua deficiência. Aqueles que não possuem laudo do especialista não contam para elas, ou seja para receberem algum tipo de atendimento diferenciado. Nós professores é que temos que nos virar até que alguém os atenda e indique o tipo de tratamento adequado.
E quanto a surdez do aluno a que me refiro, a surdez dele se agravou, porque a vó dele que também era surda fazia ele usar o aparelho dela, até ele ganhar um específico para ele, ou quando o que ele usa estraga e não fica pronto logo.

Nara Sarmento said

at 11:47 pm on Apr 16, 2009

Em novembro do ano passado o sindicato dos professores promoveu um seminário com a presença da professora Soraya sobre Inclusão, foi uma palestra muito interessante pena que o tempo foi curto para um assunto tão importante.

Daniela said

at 3:31 pm on May 7, 2009

Boa tarde Nara,
Vou insistir na questão sobre os alunos sem laudo. Aqueles com dificuldades de aprendizagem, inquietos, mas que não podem ser engessados em um dignóstico? Esses alunos não existem em sua escola? Talvez você pudesse pensar um pouco sobre esta questão e esrever em teu wiki sobre o que significa o laudo, por exemplo. Em relação a suas atitudes em relação a seus alunos só posso dizer que você fez o que era possível, rompendo com certas amarras burocráticas que fazem com que a escola seja demasiado lenta para as adaptações e mudanças. Ótimo trabalho! Sugiro que você dê uma olhada no modelo/exemplo de dossiê que criamos na página inicial de nosso Cantinho da Inclusão (como sugestão), alí propusemos que na página principal do dossiê sejam criados os links para as páginas seguintes (tarefas seguintes).
Continue fazendo esse bom trabalho!
Abçs,
Daniela

Daniela said

at 9:43 am on Jun 20, 2009

Bom dia Nara,

Não localizei seu estudo de caso, você precisa realizar as atividades das unidades 4, 5 e 6 com urgência porque já estamos finalizando o semestre e você não identificou o sujeito de seu estudo de caso. Sugiro que você escreva os textos em Word e vá ao Pólo para que as tutoras a ajudem a postar no wiki. Lembro que você deve observar os comentários do dia 07/05 em relação a organização do dossiê porque as informações estão dispostas de maneira a não favorecer a qualidade de seu trabalho. As tutoras podem ajudar você nisto. Estarei colocando indicações em relação a organização no próprio corpo do texto.
Qualquer dúvida entre em contato.
Abçs,
Daniela

Daniela said

at 9:49 am on Jun 20, 2009

Cara Nara,

Observe os destaques em vermelho para organizar seu texto. Sugiro que você padronize a fonte e o tamanho em todo o texto.
Abçs,
Daniela

Nara Sarmento said

at 6:34 pm on Jun 22, 2009

Professora Daniela, quanto ao questionamento da parte sobre paralisia cerebral, eu achei que poderíamos colocar qualquer informação sobre as deficiências no dossiê.

Nara Sarmento said

at 11:45 pm on Jun 24, 2009

Professora, não tenho tempo hábil para ir ao pólo organizar meu dossiê, embora saiba que ele também é importante para minha avaliação. Tentei organizar algumas páginas conforme orientação no pólo, mas vi que não deu certo, pois minha avaliação ficou como atividade não postada, sendo que foram todas feitas no prazo. Migrei as páginas para o mesmo dossiê, caso não consiga abrir o link.

Daniela said

at 6:56 pm on Jul 12, 2009

Boa noite Nara,

Minhas sugestões finais são apenas estéticas e tem o objetivo de dar ainda mais qualidade para teu trabalho, que já está bom.
Sugiro que você reveja as atividades solicitadas em relação ao estudo de caso nas unidades 4,5, 6 e 7 e complemente as informações conforme as solicitações. Não se esqueça de incluir no dossiê as suas conclusões. Assim que você fizer isso me avise, por favor, por e-mail, para que eu possa postar um comentário final em seu dossiê. Você esta fazendo um bom trabalho.
Abçs,
Daniela

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